Conforme foi publicado no Jornal A Gazeta, o atual prefeito de Jaciara, Max Joel Russi, foi acusado de envolvimento com a máfia dos sanguessugas. Ronildo Pereira Medeiros, sócio proprietário da empresa Frontal Ind. E Com. de Móveis Hospitalares – empresa do esquema Planam – em auto de interrogatório prestado ao Ministério Público Federal, afirmou que pagou R$ 40.000,00 como proprina ao Prefeito Max.
Em suas justificativas, o prefeito Max, ressaltou que a acusação é absurda, pois entre 2001 e 2004 não era prefeito, e em seu mandato as empresas envolvidas no esquema não venceram nenhuma licitação.
Max afirmou: "Acho que é preciso apurar de forma rigorosa, porque vai mostrar que não tivemos nenhuma relação com eles", ressaltou, assinalando que está absolutamente tranqüilo e que lamenta o uso político do fato", publicou o Jornal A Gazeta.
O Farol das Contas, buscando o esclarecimento dos fatos, destrinchou o balancete de 2005. Apesar das empresas Planam e Frontal não vencerem licitações no mandato de Max Joel Russi, foi na sua gestão que estas empresas receberam, entre janeiro de 2005 e junho de 2005, valores superiores a R$ 700.000,00 (Setecentos mil reais).
O Farol das Contas, buscando o esclarecimento dos fatos, destrinchou o balancete de 2005. Apesar das empresas Planam e Frontal não vencerem licitações no mandato de Max Joel Russi, foi na sua gestão que estas empresas receberam, entre janeiro de 2005 e junho de 2005, valores superiores a R$ 700.000,00 (Setecentos mil reais).
Os pagamentos efetuados referiam-se aos convênios 2219/04; 2220/04 e 3729/04 cujas licitações vencidas pelas empresas Frontal Ind. e Com. de Móveis Hospitalares Ltda e Planam Com. e Rep. Ltda tinha como finalidade a aquisição de equipamentos e materiais permanentes hospitalares.
Estes convênios foram fiscalizados pela Controladoria Geral da União – Março/2006 – e várias irregularidades foram detectadas:
- existência de equipamentos entregues, porém não instalados;
- existência de equipamento não utilizado, devido a problemas de funcionamento;
- existência de equipamento cuja unidade computadorizada não foi localizada;
- falta de informação quanto à efetiva localização dos equipamentos relacionados;
- existência de equipamentos entregues, porém não utilizados... haverá significativo prejuízo financeiro, deterioração de equipamentos... além do prejuízo social causado pela não utilização dos equipamentos hospitalares”;
- falta de controle na movimentação dos bens adquiridos;
- equipamentos ainda não entregues;
Em suas justificativas, o Prefeito manifestou-se dizendo que há um estudo onde está relatado “todo material efetivamente utilizado e os locais onde foram empregados os equipamentos... quanto às falhas técnicas e a não instalação dos equipamentos, a Secretaria Municipal de Saúde está tomando providências para solucionar estas pendências”.
Em outra justificativa, o Prefeito afirma que “O processo Licitatório do Convênio 2220/2004 foi elaborado junto com o Convênio 3729/2004, dificultando sua análise e, inclusive, os pagamentos que foram ser efetivados. Contudo, o Município contactou, por diversas vezes, com os responsáveis pelas empresas vencedoras do certame, Planam e Frontal, para que apresentassem os equipamentos ainda não entregues até a presente data...”. A equipe de fiscalização assim respondeu a esta argumentação: “Em sua justificativa o Gestor faz menção ao convênio nº 2220/2004. No entanto a constatação trata do Convênio nº 2219/2004”.
Conforme as palavras do Prefeito existiam “equipamentos ainda não entregues até a presente data”. Ou seja, os equipamentos foram pagos pelo Prefeito Max sem que os mesmos fossem entregues.
Após a manifestação do Prefeito a equipe de fiscalização concluiu que:
- “fica mantida a constatação”;
- a análise do novo Termo de Responsabilidade evidencia ainda que não é possível identificar a localização dos equipamentos por ambiente do Hospital ou dos PSFs, dificultando a boa gestão patrimonial dos equipamentos adquiridos, dando margem para movimentações irregulares, desaparecimento de bens, falhas na manutenção preventiva...”;
- “existência de Prejuízo potencial financeiro e de prejuízo efetivo social ao objetivo do Programa”.










este comentario do sangue suga e do tenpo do ex prefeito valdizete eu acho que este farol ja esta comesando queimado
ResponderExcluirBem vindo, Ricardo. A matéria do sanguessuga é um esclarecimento dos fatos com o acréscimo da fiscalização empreendida pelo CGU - algo que a população não sabia. O Farol é um nome sugestivo, você não acha? A luz tem um ponto de partida, não é mesmo? No caso da administração atual começou em 2005. O resto você é capaz de deduzir.
ResponderExcluirAbraços.